"Por mais longa que seja a caminhada
o mais importante é dar o primeiro passo…"
Vinicius de Moraes

Junte-se ao Canal GT

Junte-se ao canal WhatsApp da Green Trekker e seja o primeiro a conhecer as nossas novidades!

WhatsApp Entrar no Canal GT

Eventos de Um Dia

Eventos de Fim de Semana

Expedições

Grandes Viagens



Últimas

Como preparar a mochila para uma travessia de vários dias
Dicas GT:

Como preparar a mochila para uma travessia de vários dias

Uma travessia de vários dias é muito mais do que caminhar. É aprender a levar consigo tudo o que precisa para viver na montanha durante alguns dias, sem transformar a mochila num peso impossível de transportar. A diferença entre uma boa e uma má experiência pode estar precisamente aí: levar o essencial, escolher bem o equipamento e saber onde o colocar. Menos peso, mais liberdade Antes de começar a fazer a mochila, pare e pense no percurso. Quantos dias vai estar fora? Onde vai dormir? Existem pontos para reabastecer água e comida? Que condições meteorológicas poderá encontrar? Quanto mais autonomia for necessária, maior será naturalmente a carga. Ainda assim, vale a pena eliminar tudo o que seja redundante ou que esteja a ser levado apenas pelo famoso “pode dar jeito”. Na montanha, cada grama conta. Como referência, o peso total da mochila não deverá, idealmente, ultrapassar cerca de 20% do peso corporal, embora esta seja apenas uma orientação. A experiência, a condição física, o tipo de terreno e a duração da travessia fazem toda a diferença. A regra de ouro: peso junto às costas Uma mochila bem organizada não é apenas uma questão de arrumação. É uma questão de equilíbrio. Os objetos mais pesados devem ficar na zona central da mochila e, tanto quanto possível, próximos das costas. Desta forma, o peso fica mais estável e evita-se que a mochila nos puxe para trás ou provoque esforço desnecessário nos ombros e na zona lombar. Os materiais leves e volumosos podem ocupar as zonas inferiores. O que colocar em cada zona? No fundo: aquilo de que só precisa quando parar A parte inferior é ideal para equipamentos que não serão necessários durante a caminhada: Saco-cama; Roupa para dormir; Casaco de penas; Almofada insuflável; Outro equipamento volumoso e leve. No centro: o “peso pesado” Aqui deve concentrar-se a maior parte do equipamento mais pesado: Alimentação; Fogareiro e combustível; Material de cozinha; Equipamento técnico; Baterias e outros equipamentos eletrónicos. Sempre junto às costas e bem centrado. No topo: o que pode precisar rapidamente Imagine que começa a chover ou que a temperatura desce. Não vai querer retirar metade da mochila para encontrar o impermeável. No topo devem estar os objetos de acesso rápido, como: Casaco impermeável; Camada térmica; Luvas e gorro; Comida para o dia; Kit de primeiros socorros; Lanterna frontal; Filtro ou sistema de tratamento de água. E os bolsos exteriores? Use-os para aquilo que precisa de ter à mão, mas evite enchê-los indiscriminadamente. Bolsos laterais: água, filtro, bastões ou outros objetos de utilização frequente. Cinto lombar: pequenos snacks, telemóvel, GPS ou protetor solar. Tampa superior: mapa, óculos de sol, documentação e outros pequenos objetos. E atenção a um detalhe importante: distribua o peso de forma equilibrada entre os dois lados da mochila. Organização interna: dê uma cor a cada categoria Há um pequeno truque que pode fazer uma enorme diferença numa travessia: organizar o interior da mochila por categorias e usar sacos de cores diferentes. Em vez de colocar tudo diretamente dentro da mochila, agrupe o equipamento. Assim, quando precisar de alguma coisa, sabe imediatamente onde procurar — sem transformar a mochila num puzzle. Pode adaptar as cores às suas preferências. O mais importante é manter sempre o mesmo sistema. Os sacos de organização também ajudam a proteger o equipamento da humidade e permitem comprimir algumas peças de roupa, libertando espaço dentro da mochila. Para travessias em que a mochila entra e sai das costas dezenas de vezes por dia, esta organização pode parecer um pequeno detalhe. Ao fim de vários dias, percebe-se que não é. Antes de fechar a mochila... Faça um último teste. Coloque-a às costas, ajuste o cinto lombar e as alças e caminhe alguns minutos. Se sentir que a mochila está a puxar para trás, demasiado carregada num dos lados ou desconfortável, volte a organizá-la. Uma mochila bem preparada deve acompanhar os seus movimentos, não lutar contra eles. Numa travessia de vários dias, caminhar leve não significa levar pouco. Significa levar apenas aquilo que realmente precisa — e saber exatamente onde está. Na Green Trekker, acreditamos que uma boa preparação começa muito antes de colocar o primeiro pé no trilho.
Sapatilhas de trail ou calçado de trekking: qual é a melhor escolha para caminhar?
Novidades:

Sapatilhas de trail ou calçado de trekking: qual é a melhor escolha para caminhar?

Durante muito tempo, quando se falava em caminhadas e trekking, a escolha parecia simples: umas boas botas de montanha. Hoje, basta olhar para os trilhos para perceber que isso mudou. Cada vez mais caminhantes usam sapatilhas de trail running, mesmo em percursos de montanha. E a pergunta é inevitável: serão as sapatilhas de trail uma boa alternativa ao calçado tradicional de trekking? A resposta é: depende. Não existe um calçado perfeito para todas as caminhadas. A escolha deve ter em conta o tipo de terreno, a distância, o peso da mochila, as condições meteorológicas e, sobretudo, a experiência e preparação de quem vai caminhar. Trail running: leves, confortáveis e versáteis Para caminhadas de um dia, em trilhos bem definidos, com temperaturas amenas ou quentes e uma mochila pouco carregada, as sapatilhas de trail podem ser uma excelente opção. São geralmente mais leves, flexíveis e respiráveis do que as botas tradicionais. Para quem está habituado a caminhar com calçado desportivo, a adaptação também tende a ser mais fácil. Além disso, existem atualmente modelos de trail concebidos para distâncias muito longas, onde o conforto e a proteção são prioridades. É precisamente nesta categoria, muitas vezes designada por ultra trail, que a fronteira entre uma sapatilha de corrida e uma sapatilha de trekking se torna cada vez mais difícil de definir. Mas há um pormenor a ter em atenção: alguns modelos de trail têm uma sola bastante curva, conhecida como rocker, desenvolvida para facilitar a progressão durante a corrida. Para caminhar, sobretudo em terrenos técnicos, esta característica pode exigir alguma habituação. Quando é melhor escolher calçado de trekking? Imagine agora uma caminhada de vários dias, uma mochila pesada às costas, pedra solta, descidas acentuadas, lama ou condições meteorológicas adversas. Aqui, a balança começa a pender para o calçado específico de trekking. Botas e sapatilhas de trekking tendem a privilegiar estabilidade, proteção e resistência. Uma sola mais estruturada pode transmitir maior segurança em terrenos irregulares, enquanto a construção do calçado oferece normalmente maior proteção contra pedras, raízes, água e outros obstáculos. E quando transportamos uma mochila pesada durante várias horas, cada pequeno ganho de estabilidade pode fazer diferença. E as botas protegem mais os tornozelos? É uma das questões mais discutidas entre caminhantes. É verdade que uma bota com cano mais alto proporciona maior contenção e proteção do tornozelo. Mas isso não significa que uma bota impeça uma entorse. A capacidade de manter o equilíbrio depende muito da força muscular, proprioceção, técnica de caminhada e experiência em terrenos irregulares. Por isso, não devemos pensar que basta comprar uma bota alta para ficarmos protegidos contra lesões. A condição física também conta Este é um fator frequentemente esquecido. Quando vemos alguém a atravessar um trilho técnico com umas sapatilhas de trail, quase a correr, é fácil pensar: se ele consegue, eu também consigo. Mas provavelmente essa pessoa tem muitas horas de treino, conhece bem aquele tipo de terreno e desenvolveu força e equilíbrio específicos para a atividade. Para um caminhante menos experiente, a mesma descida com pedra solta pode representar um desafio completamente diferente. O melhor calçado é aquele que se adapta não apenas ao terreno, mas também a quem o está a usar. E se chover? E se houver neve? É aqui que as diferenças ficam ainda mais evidentes. As sapatilhas de trail podem funcionar muito bem em condições secas, mas em lama, chuva intensa, frio, neve ou terreno particularmente técnico, a proteção adicional de um calçado de trekking pode ser uma vantagem importante. Também é necessário pensar na impermeabilidade. Uma sapatilha leve e respirável pode ser muito agradável num dia quente, mas pode não ser a melhor escolha quando passamos várias horas expostos à chuva ou atravessamos zonas húmidas. Afinal, o que devo escolher? Não há uma resposta universal. Podemos simplificar a decisão desta forma: Tipo de caminhada Calçado a considerar Caminhada de um dia, trilho marcado e mochila leve Sapatilhas de trail Caminhadas regulares em montanha Sapatilhas de trekking Trekking de vários dias e mochila pesada Botas ou meias-botas de trekking Terreno muito técnico, frio, neve ou condições adversas Botas de trekking Mas esta tabela é apenas um ponto de partida. Antes de comprar, pense em quatro perguntas: Onde vou caminhar? Quantos quilómetros vou fazer? Quanto peso vou transportar? Que experiência tenho neste tipo de terreno? A resposta a estas perguntas será muito mais importante do que escolher simplesmente entre “trail” ou “trekking”. No final, o conforto também manda Existe ainda uma regra que não devemos esquecer: o melhor calçado é aquele que se adapta bem ao seu pé. Duas pessoas podem fazer exatamente o mesmo percurso e ter experiências completamente diferentes com o mesmo modelo de sapatilha ou bota. Experimente sempre o calçado antes de comprar, dê atenção ao espaço disponível para os dedos, ao apoio do calcanhar e à forma como o pé fica dentro do calçado. E, se possível, experimente-o com as meias que costuma utilizar nas caminhadas. Na Green Trekker acreditamos que não é o equipamento que faz um caminhante. Mas o equipamento certo pode tornar uma caminhada muito mais confortável, segura e divertida. E sim: para muitas caminhadas, umas boas sapatilhas de trail podem ser exatamente aquilo de que precisa. Para outras, vai agradecer ter levado as botas.
Herdade dos Moreiros: um novo refúgio de autenticidade no coração do Alentejo
Boas Vidas:

Herdade dos Moreiros: um novo refúgio de autenticidade no coração do Alentejo

Há novos lugares que não se descobrem apenas para visitar, mas para viver. A Herdade dos Moreiros é um desses lugares.Situada no coração do Alentejo, entre campos que mudam de cor ao longo do ano, a Herdade dos Moreiros nasce como um refúgio íntimo e exclusivo para quem procura tranquilidade, autenticidade e uma ligação genuína à paisagem alentejana.Longe da agitação, mas próxima de experiências, sabores e lugares que merecem ser descobertos, a herdade oferece uma envolvente onde o tempo parece passar mais devagar. As vistas abertas sobre os campos e a paisagem rural criam o cenário perfeito para descansar, respirar e simplesmente apreciar.Mas há algo mais que distingue este novo espaço. A Herdade dos Moreiros é também uma expressão pessoal de Diamantino Martins, que encontrou aqui uma forma de juntar diferentes mundos através da arte, da cultura e das peças únicas que foi recolhendo ao longo da vida. “Saí da Herdade para o mundo e trouxe o mundo para a Herdade. Desse mundo trouxe peças únicas que misturo com arte.” Cada espaço procura assim contar uma história, cruzando a identidade alentejana com referências e objetos trazidos de diferentes lugares. O resultado é uma atmosfera singular, onde tradição e contemporaneidade convivem de forma natural.Para quem procura mais do que simplesmente um alojamento, a Herdade dos Moreiros apresenta-se como uma porta de entrada para uma outra realidade: a do Alentejo vivido com tempo, autenticidade e atenção aos pequenos detalhes. Um novo lugar para descobrir, parar e ficar.
Últimas vagas para os programas de setembro Green Trekker
Novidades:

Últimas vagas para os programas de setembro Green Trekker

Setembro está a chegar e alguns dos nossos programas já estão praticamente completos. Se está a pensar juntar-se à Green Trekker este outono, esta é a altura certa para garantir o seu lugar. Flores & Corvo – A Magia do Grupo Ocidental Última oportunidade: apenas 1 quarto disponível, para ocupação single ou casal. Uma viagem aos Açores para descobrir a extraordinária beleza das ilhas das Flores e do Corvo, entre lagoas, cascatas, falésias, paisagens vulcânicas e alguns dos trilhos mais impressionantes do arquipélago. Mais informações e reservas: https://greentrekker.pt/agenda/flores-e-corvo-a-magia-do-grupo-ocidental-14/ Parque Natural de Somiedo – Astúrias Viagem confirmada! Uma oportunidade para descobrir um dos grandes tesouros naturais das Astúrias, caminhando por vales, montanhas, bosques e aldeias tradicionais num cenário de grande beleza. Mais informações e reservas: https://greentrekker.pt/agenda/parque-natural-de-somiedo-asturias-5/ Vale do Beijames – O Segredo da Serra da Estrela Poucas vagas disponíveis! Um fim de semana muito especial na Serra da Estrela, com caminhadas pelo magnífico Vale do Beijames e pela Rota das Faias, num programa que será também marcado pela celebração dos 60 anos de João Sá Nogueira, fundador da Green Trekker. Uma excelente oportunidade para juntar os amigos, caminhar, conviver e celebrar juntos este momento especial. Mais informações e reservas: https://greentrekker.pt/agenda/vale-do-beijames-o-segredo-da-serra-da-estrela-4/ Não deixe para depois Flores & Corvo tem apenas um quarto disponível, Somiedo já está confirmado e o Vale do Beijames está com poucas vagas. Escolha a sua próxima aventura e garanta já o seu lugar antes que estes programas fiquem completos. Green Trekker – mais do que caminhar, é viver a aventura.
Conheça a Equipa Green Trekker
Novidades:

Conheça a Equipa Green Trekker

Por detrás de cada caminhada, expedição ou aventura Green Trekker existe uma equipa dedicada de pessoas que partilha a mesma paixão: a natureza, a montanha e o prazer de proporcionar experiências inesquecíveis. A nossa equipa é composta por 23 guias e parceiros, dos quais 5 são mulheres, cada um com percursos, experiências e especializações diferentes, mas unidos pelos mesmos valores: profissionalismo, segurança, respeito pela natureza e gosto em partilhar conhecimento. São eles que, todos os fins de semana, recebem os participantes com um sorriso, conduzem os grupos pelos mais belos trilhos de Portugal e de vários destinos internacionais, acompanham cada desafio e garantem que cada programa decorre com a máxima qualidade e segurança. Mais do que guias, são pessoas que conhecem profundamente os territórios por onde caminhamos. Muitos percorrem os mesmos trilhos ao longo de vários anos, descobrindo novos percursos, acompanhando as alterações da paisagem e selecionando os melhores locais para proporcionar experiências autênticas. Na Green Trekker acreditamos que um bom guia não se limita a indicar o caminho. É alguém que sabe interpretar a natureza, contar a história dos lugares, criar um ambiente de confiança, motivar o grupo e adaptar-se às necessidades de cada participante. Ao longo de mais de duas décadas, a nossa equipa acompanhou milhares de caminhantes, ajudando muitos deles a descobrir uma nova paixão pelo trekking, a superar desafios pessoais e a criar amizades que perduram muito para além dos trilhos. É também graças aos nossos guias que existe um verdadeiro espírito Green Trekker. Um ambiente de entreajuda, boa disposição, respeito e companheirismo que faz com que muitos participantes regressem vezes sem conta e se sintam parte de uma grande família. Quando participa num programa Green Trekker, não está apenas a inscrever-se numa caminhada. Está a juntar-se a uma equipa que vive a montanha com paixão e que trabalha diariamente para que cada quilómetro percorrido se transforme numa experiência memorável. Conheça os nossos guias e parceiros e venha descobrir porque milhares de participantes escolhem caminhar connosco ano após ano.
Viajar sozinho? Nos programas Green Trekker nunca estará sozinho.
Novidades:

Viajar sozinho? Nos programas Green Trekker nunca estará sozinho.

Cada vez mais pessoas escolhem viajar sozinhas. Uns procuram conhecer novos destinos, outros desafiar-se, fazer uma pausa da rotina ou simplesmente não querem deixar de viver experiências por não terem companhia. Na Green Trekker, essa é uma realidade muito comum. Em praticamente todos os nossos programas, uma parte significativa dos participantes inscreve-se individualmente. E o mais curioso é que, ao fim de poucas horas de caminhada, deixa de haver "pessoas que vieram sozinhas" para existir um verdadeiro grupo. Os trilhos têm uma forma muito própria de aproximar as pessoas. As conversas surgem naturalmente, as pausas transformam-se em momentos de partilha e, quilómetro após quilómetro, criam-se amizades que muitas vezes continuam muito para além do fim de semana. Não são raros os participantes que hoje viajam juntos porque se conheceram num programa da Green Trekker. Os nossos grupos são acolhedores e inclusivos. Há participantes de todas as idades, com diferentes experiências de caminhada, mas todos com algo em comum: a vontade de descobrir novos lugares e viver momentos inesquecíveis em contacto com a natureza. Viajar sozinho também significa ter a liberdade de escolher o programa que realmente deseja fazer, sem depender da disponibilidade de familiares ou amigos. É uma oportunidade para sair da zona de conforto, ganhar confiança e conhecer pessoas que partilham a mesma paixão pela natureza, pela aventura e pelas caminhadas. Ao longo de mais de duas décadas de atividade, a Green Trekker teve o privilégio de acompanhar milhares de participantes. Muitos chegaram pela primeira vez sem conhecer ninguém e hoje fazem parte daquilo que gostamos de chamar a família Green Trekker. Há amizades que nasceram nos trilhos, grupos que se reencontram programa após programa e até casais que começaram a sua história durante uma caminhada. Se tem vontade de participar num dos nossos programas, mas ainda hesita porque vai sozinho, deixamos-lhe um desafio: dê o primeiro passo. Nós tratamos do resto. O próximo trilho pode levá-lo a descobrir muito mais do que uma paisagem deslumbrante. Pode ser o início de novas amizades, de novas aventuras e de muitas histórias para recordar. Escolha o seu próximo destino e junte-se à família Green Trekker. Estamos à sua espera!
Caminhar, descobrir e brindar: quatro fins de semana vínicos que não vai querer perder
Novidades:

Caminhar, descobrir e brindar: quatro fins de semana vínicos que não vai querer perder

Se aprecia caminhadas na natureza e gosta de descobrir os melhores vinhos e a gastronomia regional, a Green Trekker preparou uma seleção de programas que combinam o melhor destes dois mundos. Ao longo do outono, levamo-lo a percorrer algumas das mais prestigiadas regiões vitivinícolas de Portugal, onde cada caminhada termina com uma experiência única de enoturismo, provas de vinhos e sabores tradicionais. Estes programas fazem parte da agenda de outono da Green Trekker e juntam natureza, património, cultura e gastronomia numa experiência completa.
Celebre os 60 anos de João Sá Nogueira num fim de semana inesquecível na Serra da Estrela
Novidades:

Celebre os 60 anos de João Sá Nogueira num fim de semana inesquecível na Serra da Estrela

Há momentos que merecem ser vividos de forma especial. Este ano, a Green Trekker convida todos os amigos, participantes e amantes da natureza para uma celebração única: os 60 anos de João Sá Nogueira, fundador e um dos rosto da Green Trekker. De 25 a 27 de setembro, o magnífico Vale do Beijames, um dos segredos mais bem guardados da Serra da Estrela, será o palco de um fim de semana de trekking, convívio e partilha. Mais do que um programa de caminhadas, será uma oportunidade para reunir pessoas que, ao longo dos anos, fizeram parte desta grande família, recordando aventuras, criando novas memórias e celebrando uma vida dedicada à montanha e ao turismo de natureza. O programa inclui duas caminhadas por alguns dos locais mais deslumbrantes da Serra da Estrela. Exploraremos o encantador Vale do Beijames, com os seus ribeiros, bosques e antigos caminhos serranos, e percorreremos a magnífica Rota das Faias, um dos trilhos mais emblemáticos da região, onde a natureza começa a vestir as cores do outono. Ao longo de mais de duas décadas, João Sá Nogueira guiou milhares de participantes por Portugal e por vários destinos internacionais, partilhando a sua paixão pela montanha, pela descoberta e pelo espírito de aventura. Esta será uma excelente oportunidade para voltar a caminhar juntos, rever velhos amigos, conhecer novos companheiros de trilho e celebrar um marco muito especial. Se já fez parte de alguma aventura Green Trekker, este convite é também para si. Venha celebrar connosco estes 60 anos, num ambiente de amizade, natureza e boa disposição, porque os melhores aniversários são aqueles que se vivem ao lado das pessoas que fizeram parte da caminhada. As vagas são limitadas. Reserve já o seu lugar e junte-se a esta celebração muito especial!