"Por mais longa que seja a caminhada
o mais importante é dar o primeiro passo…"
Vinicius de Moraes

Junte-se ao Canal GT

Junte-se ao canal WhatsApp da Green Trekker e seja o primeiro a conhecer as nossas novidades!

WhatsApp Entrar no Canal GT

Eventos de Um Dia

Eventos de Fim de Semana

Expedições

Grandes Viagens



Últimas

Tenzing: o filme que dá protagonismo a um dos grandes nomes da história do Evereste
Novidades:

Tenzing: o filme que dá protagonismo a um dos grandes nomes da história do Evereste

A história de Tenzing Norgay, o alpinista que chegou ao topo do mundo ao lado de Edmund Hillary, chega ao grande ecrã num filme que recorda uma das maiores conquistas da história do montanhismo. Há montanhas que se tornam lendas e há pessoas cujos feitos merecem ser recordados. O filme Tenzing, realizado por Jennifer Peedom, recupera a história de Tenzing Norgay, o alpinista dos Himalaias que, a 29 de maio de 1953, chegou ao cume do Evereste juntamente com o neozelandês Edmund Hillary, naquela que ficou conhecida como a primeira ascensão confirmada ao ponto mais alto do planeta. Protagonizado por Genden Phuntsok, no papel de Tenzing Norgay, e Tom Hiddleston, como Edmund Hillary, o filme revisita uma expedição histórica, mostrando não apenas os perigos de uma subida a mais de 8.000 metros de altitude, mas também os desafios humanos, culturais e sociais que marcaram esta conquista. Willem Dafoe integra igualmente o elenco, interpretando o coronel John Hunt, responsável pela expedição britânica de 1953. Uma história para lá do cume Durante décadas, a história da conquista do Evereste foi frequentemente contada dando maior destaque a Edmund Hillary e à expedição britânica. Este filme procura colocar Tenzing Norgay no centro da narrativa, reconhecendo a sua experiência, determinação e importância numa das maiores façanhas do alpinismo mundial. A narrativa acompanha o percurso de um homem que sonhava chegar ao cume da montanha e que teve de conquistar também o respeito dos responsáveis pela expedição. A relação com Hillary, o apoio da sua mulher, Dawa, e as diferenças culturais e sociais da época fazem parte de uma história em que a confiança, a perseverança e o espírito de equipa são tão importantes como a preparação física e a capacidade de enfrentar condições extremas. Para Tenzing, a montanha era muito mais do que um desafio desportivo. O Evereste, conhecido na região como Chomolungma, tinha também um profundo significado espiritual e cultural. Uma inspiração para quem gosta de montanhas Realizado por Jennifer Peedom, cineasta reconhecida pelo seu trabalho ligado ao universo da montanha, Tenzing é um filme que promete despertar o interesse de quem gosta de trekking, alpinismo e histórias de exploração. A grande montanha é o cenário, mas o verdadeiro tema é a capacidade humana de enfrentar dificuldades, ultrapassar limites e trabalhar em conjunto para alcançar um objetivo extraordinário. Para quem gosta de caminhar, explorar novos territórios e descobrir o que existe para lá dos caminhos mais conhecidos, esta é também uma oportunidade para recordar que a aventura começa muito antes de chegar ao destino. E que, nas montanhas, o respeito pelo território, a experiência e a confiança na equipa podem fazer toda a diferença. O filme estreou em salas de cinema selecionadas a 9 de outubro de 2026 e chegou globalmente à plataforma Apple TV a 16 de outubro. Porque, no montanhismo, chegar ao cume é apenas parte da história. As pessoas que tornam essa conquista possível também merecem ser lembradas.
Guia GT por um dia!
Novidades:

Guia GT por um dia!

Tens uma ideia? Gostavas de estar do outro lado da caminhada? Já imaginaste seres tu a escolher o trilho, a descobrir os recantos que poucos conhecem e a conduzir um grupo Green Trekker numa experiência pensada por ti? Ou tens uma ideia original que gostavas de transformar numa atividade para a nossa comunidade? A Green Trekker lança o desafio Guia GT por um dia! e está à procura de pessoas com iniciativa, criatividade e vontade de partilhar aquilo que sabem fazer. Não precisas de ser um guia profissional para apresentar uma proposta. Podes conhecer um percurso extraordinário, dominar um tema que mereça ser partilhado ou ter uma ideia que combine natureza, aventura e convívio. O que podes propor? Trekking e natureza: um trilho especial, uma serra pouco conhecida, um percurso com uma história para contar. Fotografia: aprender a fotografar paisagens, captar a luz da natureza ou descobrir os segredos da fotografia em caminhada. Cultura e património: explorar aldeias, caminhos históricos, tradições ou lugares com histórias surpreendentes. Meditação e bem-estar: experiências que combinem natureza, tranquilidade e contacto com o meio envolvente. Outras ideias originais: desde que façam sentido para o universo Green Trekker, estamos disponíveis para conhecer propostas diferentes. Mas atenção: escolher um trilho é apenas o princípio! Reconhecer um percurso, avaliar a sua dificuldade, verificar acessos, antecipar alternativas, gerir ritmos diferentes e garantir que o grupo chega ao destino em segurança são algumas das tarefas que fazem parte da preparação de uma atividade. E depois há as pessoas, os imprevistos, a meteorologia e tudo aquilo que não aparece no mapa! É precisamente isso que torna esta experiência interessante: terás a oportunidade de apresentar e conduzir uma atividade da tua autoria, contando com o acompanhamento de um guia Green Trekker. Como participar? Envia a tua proposta para , com o assunto Guia GT por um dia, até 15 de dezembro de 2026. Queremos conhecer a tua ideia com o máximo de detalhe possível. Explica-nos o que propões, onde gostarias de realizar a atividade, o que a torna especial e como imaginas a experiência dos participantes. No caso dos percursos pedestres, indica a localização, distância aproximada, duração prevista, dificuldade, pontos de interesse e, se possível, um mapa ou traçado GPX. Todas as propostas serão analisadas pela equipa Green Trekker. As selecionadas serão desenvolvidas em conjunto com a GT, tendo em conta a originalidade, a adequação à nossa comunidade, a viabilidade e as condições de segurança. A tua ideia pode ser o próximo programa Green Trekker. Tens uma proposta? Estamos à espera dela! Candidaturas até 15 de dezembro de 2026. ????
Natal Green Trekker: um dia de caminhadas, convívio e boa mesa em Palmela
Boas Vidas:

Natal Green Trekker: um dia de caminhadas, convívio e boa mesa em Palmela

No próximo dia 5 de dezembro, sábado, a Green Trekker convida todos os amantes da natureza e das caminhadas a celebrar o Natal de uma forma especial: com um percurso pela Serra do Louro, bons momentos de convívio e um almoço de Natal no Restaurante Dona Isilda, em Palmela. A iniciativa junta alguns dos ingredientes que melhor definem o espírito Green Trekker: caminhar, partilhar experiências, conhecer novas pessoas e reencontrar amigos que se foram cruzando ao longo dos trilhos. À descoberta da Serra do Louro A manhã começa com uma caminhada de aproximadamente 9 km pela Serra do Louro, numa rota que combina paisagem, natureza e património histórico. Ao longo do percurso, os participantes vão passar por antigos moinhos de vento, incluindo um ainda em funcionamento, e visitar o Castro de Chibanes, um povoado fortificado com origens no III milénio a.C., posteriormente ocupado pelos romanos. O itinerário inclui ainda o Alto da Queimada e as sepulturas escavadas na rocha, na região da Quinta do Anjo. Uma oportunidade para descobrir alguns dos recantos históricos da região de Palmela, desfrutando da paisagem e do prazer de caminhar em grupo. Um almoço de Natal à maneira Green Trekker Depois da caminhada, chega o momento de reunir a tribo à mesa. O Restaurante Dona Isilda será o palco do tradicional Almoço de Natal Green Trekker, com uma proposta gastronómica variada que inclui enchidos caseiros, queijos nacionais, pratos quentes, saladas, doces conventuais e bebidas. Mais do que uma refeição, este encontro pretende celebrar as amizades, as aventuras vividas ao longo do ano e as histórias que nascem em cada caminhada. Porque, na Green Trekker, há trilhos que terminam, mas as conversas e as amizades continuam muito depois de arrumadas as botas. A participação tem o valor de 40 € por pessoa, incluindo a caminhada, o almoço e uma oferta de brinde. A atividade tem dificuldade moderada e é indicada para quem está habituado a caminhar, mesmo sem grande preparação física. O encontro está marcado para as 10h00, junto ao Restaurante Dona Isilda, em Palmela. Vamos celebrar o Natal juntos? Seja para reencontrar os companheiros habituais ou para conhecer pela primeira vez a comunidade Green Trekker, esta é uma excelente oportunidade para terminar o ano entre natureza, boa disposição e gastronomia. Porque o Natal também se celebra a caminhar! Informações e reservas: https://greentrekker.pt/agenda/natal-green-trekker-caminhada-almoco-em-palmela/
Caminhar à chuva: porque não há mau tempo para quem gosta de estar na natureza
Dicas GT:

Caminhar à chuva: porque não há mau tempo para quem gosta de estar na natureza

A chuva não mata. Molha! E, com o equipamento certo, até pode tornar uma caminhada numa experiência ainda mais especial. Quando a previsão meteorológica anuncia chuva, há quem comece logo a procurar alternativas para ficar em casa. Mas, para quem gosta de caminhar, o mau tempo nem sempre é motivo para cancelar os planos. Afinal, a natureza também tem muito para oferecer quando o céu fica cinzento e os primeiros pingos começam a cair. A natureza revela outra beleza quando chove Os trilhos ganham novas cores, os verdes tornam-se mais intensos, os rios e as cascatas aumentam o seu caudal e o cheiro da terra molhada desperta sensações que dificilmente encontramos noutros dias. Nas florestas, a neblina cria ambientes misteriosos e as paisagens ganham um encanto muito próprio. Caminhar à chuva é descobrir uma natureza diferente, mais tranquila e, muitas vezes, com menos pessoas nos trilhos. É também uma oportunidade para abrandar, observar os pequenos detalhes e apreciar o lado mais selvagem do mundo natural. A chuva não é desculpa: existe equipamento para isso! É verdade que ninguém gosta de caminhar encharcado, com frio e desconfortável. Mas a boa notícia é que existe equipamento adequado para enfrentar a chuva e continuar a desfrutar da aventura. Uma boa preparação faz toda a diferença: Casaco impermeável e respirável: ajuda a impedir a entrada da água e permite libertar parte do calor e da humidade produzidos pelo corpo. Calças impermeáveis: especialmente úteis nos dias de chuva persistente ou quando a vegetação está molhada. Calçado adequado: botas ou sapatos de trekking com boa aderência ajudam a enfrentar terrenos húmidos, embora nenhum calçado elimine o risco de escorregar. Mochila protegida: uma capa impermeável e sacos estanques ajudam a manter secos os objetos essenciais, a roupa de muda e os equipamentos eletrónicos. Roupa por camadas: permite regular a temperatura corporal e adaptar o vestuário ao esforço e às condições meteorológicas. Meias e roupa seca de reserva: porque, no final da caminhada, sabe sempre bem ter algo confortável para vestir. Um pormenor importante: impermeável não significa necessariamente confortável em qualquer situação. Durante uma subida exigente, o corpo produz calor e suor. Por isso, escolher materiais respiráveis e ajustar o ritmo ajuda a evitar que a roupa fique húmida por dentro. Há vantagens em caminhar à chuva? Sim! Para além de descobrirmos paisagens diferentes, caminhar em condições de chuva ligeira pode trazer algumas vantagens. 1. Menos gente nos trilhos Os dias cinzentos afastam muitos caminhantes, deixando espaço para desfrutar da natureza com mais tranquilidade. 2. Paisagens mais surpreendentes As cascatas ganham força, os cursos de água tornam-se mais vivos e a neblina pode criar cenários extraordinários nas serras e nas florestas. 3. Mais experiência e confiança Aprender a escolher o equipamento, gerir o esforço e adaptar o percurso às condições meteorológicas ajuda a desenvolver competências importantes para quem gosta de trekking. 4. Uma experiência diferente Há caminhadas que ficam na memória precisamente porque não decorreram como tínhamos imaginado. E chegar ao fim de um trilho depois de enfrentar alguns aguaceiros pode saber ainda melhor. 5. A satisfação de não depender apenas do sol Quem aprende a preparar-se para diferentes condições meteorológicas ganha mais liberdade para explorar a natureza ao longo do ano, sem ficar dependente de dias perfeitos. Atenção: gostar de chuva não significa ignorar os riscos Na Green Trekker, sabemos que a aventura também exige responsabilidade. Uma coisa é caminhar com chuva ligeira e equipamento adequado; outra é enfrentar condições meteorológicas perigosas. Trovoadas, vento forte, risco de cheias, subida rápida do caudal dos rios, terreno instável ou avisos meteorológicos exigem prudência e podem justificar a alteração ou o cancelamento de uma atividade. Além disso, mesmo com boas botas, pedras, raízes e passagens enlameadas podem tornar-se bastante escorregadias. O importante não é caminhar a qualquer preço, mas saber avaliar as condições e tomar decisões responsáveis. Na Green Trekker, a aventura não depende apenas do sol Caminhar é muito mais do que fazer quilómetros. É conviver, descobrir lugares, respirar ar puro e partilhar experiências com outros amantes da natureza. E, às vezes, são precisamente os dias em que o céu não está azul que nos proporcionam as histórias mais engraçadas para contar depois. Desde o impermeável que resistiu a tudo até àquele pequeno riacho que parecia não estar no mapa! Por isso, da próxima vez que vir chuva na previsão, não desista logo da caminhada. Consulte as condições meteorológicas, prepare o equipamento e avalie se estão reunidas as condições de segurança para sair. Porque a chuva não mata, apenas molha. E, com preparação, pode até tornar a aventura mais interessante. Até breve, nos trilhos — faça chuva ou faça sol! Green Trekker — caminhar, descobrir e partilhar.
Algar do Carvão: uma viagem ao interior de um vulcão na ilha Terceira
Boas Vidas:

Algar do Carvão: uma viagem ao interior de um vulcão na ilha Terceira

No coração da ilha Terceira, nos Açores, esconde-se um dos fenómenos naturais mais fascinantes do arquipélago. O Algar do Carvão é uma impressionante cavidade vulcânica que permite descer ao interior da Terra e descobrir, de perto, as marcas deixadas pela atividade vulcânica que moldou estas ilhas ao longo de milhares de anos. Uma história escrita pela lava A origem do Algar do Carvão está ligada a diferentes fases de atividade vulcânica. As erupções que ocorreram nesta zona da ilha deram origem a derrames de lava que, ao encontrarem resistência nas formações rochosas existentes, foram criando estruturas singulares. Com o esvaziamento das condutas vulcânicas, formou-se a cavidade que hoje podemos visitar. O resultado é uma verdadeira obra de arte natural, onde as paredes rochosas revelam diferentes materiais e texturas, testemunhando a complexa história geológica da Terceira. Uma descida a um mundo subterrâneo A primeira descida conhecida ao Algar do Carvão aconteceu em 1893, quando Cândido Corvelo e José Luís Sequeira exploraram a cavidade com recurso a cordas. Durante décadas, a visita ao seu interior continuou a exigir coragem, preparação e meios adequados. Foi graças à dedicação da associação Os Montanheiros que se tornou possível facilitar o acesso a este património natural. Entre 1965 e 1966, os seus membros abriram um túnel com cerca de 44 metros, permitindo a entrada de visitantes e investigadores. Mais tarde, foram construídas as escadas que hoje tornam a exploração do algar muito mais acessível. Um cenário natural verdadeiramente singular Ao contrário de muitas cavidades vulcânicas, o Algar do Carvão conserva uma abertura que permite observar a sua impressionante profundidade. No interior, a descida revela paredes cobertas de musgos e vegetação, formações minerais e uma atmosfera que contrasta com a paisagem verdejante à superfície. Na parte inferior encontra-se uma lagoa de águas límpidas, alimentada pela infiltração da água da chuva e por pequenas nascentes. As estalactites e estalagmites de sílica, os depósitos minerais de tons avermelhados e as diferentes camadas de rocha tornam este lugar especialmente interessante do ponto de vista geológico. Mais do que uma simples gruta, o Algar do Carvão é uma oportunidade para compreender a força dos vulcões e a forma como a natureza continua a transformar a paisagem açoriana. Descubra a ilha Terceira com a Green Trekker A Terceira é muito mais do que o Algar do Carvão. Entre paisagens vulcânicas, miradouros, zonas verdes, piscinas naturais e a riqueza histórica de Angra do Heroísmo, a ilha oferece inúmeras razões para a descobrir sem pressas. A Green Trekker propõe uma viagem para explorar este território açoriano, percorrendo trilhos e conhecendo alguns dos seus lugares mais emblemáticos, incluindo a possibilidade de visitar o extraordinário Algar do Carvão. Conheça o programa Terceira – À Descoberta da Ilha Lilás e venha descobrir connosco os encantos desta ilha dos Açores.
Açores Green Trekker 2027: aproveite os descontos especiais até 15 de dezembro
Novidades:

Açores Green Trekker 2027: aproveite os descontos especiais até 15 de dezembro

A Green Trekker já tem preparadas várias aventuras para 2027 nos Açores. São cinco programas para descobrir algumas das ilhas mais fascinantes do arquipélago, percorrendo trilhos, explorando paisagens vulcânicas e conhecendo a natureza açoriana ao ritmo da caminhada. De São Jorge ao Pico e Faial, passando pelas ilhas das Flores e do Corvo e pela Terceira, há diferentes propostas para quem gosta de caminhar, explorar novos lugares e partilhar experiências em boa companhia. Reserve até 15 de dezembro de 2026 e aproveite os descontos especiais disponíveis nos programas Açores Green Trekker 2027. As condições promocionais estão indicadas na página de cada evento, não sendo necessário utilizar qualquer código de desconto. Escolha a sua próxima aventura nos Açores São Jorge: à descoberta da Ilha do Dragão — 4 a 8 de junho de 2027 Consultar programa e reservas As Ilhas do Canal: Pico e Faial — 10 a 14 de junho de 2027 Consultar programa e reservas Flores e Corvo: a magia do grupo ocidental — 23 a 27 de junho de 2027 Consultar programa e reservas Terceira: à descoberta da Ilha Lilás — 7 a 11 de julho de 2027 Consultar programa e reservas Flores e Corvo: a magia do grupo ocidental — 2.ª edição — 1 a 5 de setembro de 2027 Consultar programa e reservas Não deixe para a última hora. Consulte os programas, escolha as suas ilhas preferidas e garanta a sua participação até 15 de dezembro para aproveitar esta campanha especial. Em 2027, venha descobrir os Açores com a Green Trekker!
Vinho de Talha: uma tradição milenar para descobrir no Alentejo
Boas Vidas:

Vinho de Talha: uma tradição milenar para descobrir no Alentejo

O vinho de talha é uma das mais antigas tradições vinícolas do Alentejo, com raízes que remontam à época romana. A técnica mantém-se viva há mais de dois mil anos e consiste na fermentação do mosto em grandes recipientes de barro, preservando métodos transmitidos de geração em geração. Com características próprias e uma forte ligação à identidade alentejana, o vinho de talha voltou a conquistar produtores e apreciadores, que encontram nesta forma ancestral de vinificação uma expressão única da cultura e dos sabores da região. Em Vila de Frades, no concelho da Vidigueira, a chegada de São Martinho é uma ocasião especial para celebrar esta herança. A abertura das talhas marca o momento de provar o vinho novo e de reunir à volta da mesa, entre tradições, gastronomia e convívio. A Green Trekker convida-o a juntar-se a esta experiência, combinando a descoberta do Alentejo com os sabores e costumes de uma região onde o vinho faz parte da história e da vida das suas gentes. Venha celebrar São Martinho connosco em Vila de Frades! Consulte o programa e faça a sua reserva: https://greentrekker.pt/agenda/abertura-das-talhas-sao-martinho-em-vila-de-frades-vidigueira-1/
Castro Laboreiro: uma aldeia de montanha onde a história ainda se faz sentir
Boas Vidas:

Castro Laboreiro: uma aldeia de montanha onde a história ainda se faz sentir

Entre montanhas, planaltos e caminhos ancestrais, Castro Laboreiro guarda algumas das tradições mais genuínas do Alto Minho. Situada no concelho de Melgaço, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, esta aldeia de montanha é conhecida tanto pelo seu património histórico como pelo emblemático cão de Castro Laboreiro, uma das raças portuguesas mais antigas. A história deste território perde-se no tempo. Os vestígios de ocupação humana incluem pinturas rupestres, dólmens e cistas, testemunhos de comunidades que encontraram nestas terras condições para se estabelecerem há milhares de anos. A própria designação Castro Laboreiro remete para antigos povoados fortificados, construídos em locais elevados para garantir melhores condições de defesa. Durante séculos, a aldeia desempenhou um importante papel na proteção da fronteira com Espanha. O castelo, associado aos primeiros tempos da nacionalidade, é um dos símbolos dessa importância estratégica e oferece uma vista privilegiada sobre a paisagem envolvente. A memória histórica permanece também no pelourinho, na Igreja Matriz e nos vestígios de uma organização comunitária que marcou profundamente a vida local. Mas há uma particularidade que torna Castro Laboreiro verdadeiramente singular: a forma como os seus habitantes se adaptaram às exigências da montanha. Perante os invernos rigorosos, desenvolveram um sistema de habitação sazonal que ainda hoje distingue esta região. As brandas, situadas em zonas mais elevadas, eram ocupadas nos meses de maior calor, enquanto as inverneiras, instaladas a cotas mais baixas, ofereciam melhores condições durante o inverno. Uma solução engenhosa, moldada pelo clima, pela pastorícia e pelo conhecimento profundo do território. Foi também neste contexto que ganhou importância o cão de Castro Laboreiro. Criado para acompanhar os rebanhos e proteger o gado dos predadores, este cão de montanha desenvolveu características de resistência, agilidade e autonomia essenciais à vida dos pastores. A sua ligação à população local faz parte da identidade da aldeia e continua a ser uma das imagens mais reconhecidas desta região. A descoberta de Castro Laboreiro não fica, contudo, completa sem explorar os seus outros tesouros. Os antigos moinhos, os espigueiros, os fornos comunitários e as pontes de diferentes épocas revelam a importância da entreajuda e do aproveitamento dos recursos naturais. O rio Laboreiro acrescenta ainda uma dimensão mais selvagem à paisagem, com as suas águas e formações rochosas, especialmente marcantes nas épocas de maior caudal. Para conhecer melhor este modo de vida, vale a pena visitar o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, onde se preservam memórias da comunidade, dos seus costumes e do vestuário tradicional. Entre as expressões culturais mais curiosas estão os Garruços e os Farrangalheiros, figuras associadas ao Carnaval local, conhecido como Entroido. Os trilhos são outra excelente forma de descobrir a região. Caminhar entre a aldeia e o planalto permite perceber como a população se adaptou a um território exigente, onde a altitude, o clima e a escassez de determinadas culturas agrícolas contribuíram para conservar práticas e tradições que desapareceram noutras zonas do país. E porque uma viagem também se faz à mesa, Castro Laboreiro convida a conhecer uma gastronomia marcada pelos produtos da serra e pelas receitas transmitidas de geração em geração. Queijos, enchidos, bife de presunto e cabrito assado fazem parte das especialidades a descobrir, sem esquecer os doces tradicionais, como as roscas de Melgaço e o peculiar bucho doce. Em Castro Laboreiro, cada caminho revela um pouco mais da relação entre as pessoas e a montanha. É um destino onde a natureza, a história e a cultura se cruzam a cada passo, ideal para quem gosta de caminhar, explorar lugares autênticos e descobrir o Portugal mais genuíno. Descubra o nosso programa Peneda e Castro Laboreiro: https://greentrekker.pt/agenda/peneda-e-castro-laboreiro-7/